Archive for the ‘Leituras’ Category

Mudar, só para melhor :)

Thursday, August 26th, 2010

Hoje gostaríamos de partilhar convosco um texto publicado pelo Prof. António Pereira no seu blog.

É um bom exemplo de como, por vezes, na ânsia da mudança, nos acomodamos com o estatuto ou meta adquiridos.

Temos de combater essa tendência, levando os nossos objectivos ao expoente máximo. Para que mergulhemos neles, sem receios.

Aqui fica.

“Às vezes seria melhor deixar as coisas como elas eram, nos casos em que alguém passa para um determinado patamar e muitas vezes acaba por desvirtuar a essência daquilo que motivou a galgar esse degrau.

Acontece que em 30 anos de profissão com o Método DeRose, reparo num fenónemo que me deixa triste e desgastado e que ocorre com alguns alunos que depois de passarem a ser Instrutores perdem essa característica tão bonita e genuína da retribuição espontânea (pújá e guru-sêva), e tudo passa a ser uma dificuldade, tornam-se reactivos, arrogantes e começam subtilmente a afastar-se de quem os ensinou, o seu Monitor, da Escola onde aprenderam e muitas vezes do seu Mestre.

Nestes casos,  penso ser ideal essas pessoas ficarem somente como alunas, por que nessa categoria, são e continuam amigas, próximas, queridas e pró-activas, enquanto ao tornarem-se instrutoras, passam a ser o oposto e o único ânimo nesta situação é que ela também se verifica noutras profissões, o que torna por outro lado a coisa mais gravosa, visto estarmos a trabalhar num processo de auto-aperfeiçoamento do Ser Humano, visando um maior autoconhecimento e por essas mesmas razões maior a responsabilidade em corrigirmos este fenómeno.

Esta é uma medida não uma solução máxima, por que muitas vezes passado isso tudo, só com uma convivência mais próxima nos apercebemos de alguns vícios comportamentais que terão de ser reeducados por  nós educadores.

Esta é uma situação sentida por muitos colegas, mas pouco comunicada entre nós, por esse facto havia algum tempo que pretendia abordar aqui este assunto da área Pedagógica e desta forma estimular a implementação de medidas correctivas nas nossas Escolas do Método DeRose com a esperança de se obterem bons resultados.”

António Pereira

Sugestão de Leitura Julho ‘10

Monday, July 19th, 2010

Queridos amigos,

este mês a sugestão de leitura fica a cargo do Instr. Pedro Cardoso.

Livro de Crónicas, de António Lobo Antunes

Livro de Crónicas, de António Lobo Antunes

Livro de Crónicas – de António Lobo Antunes

“Gosto muito da forma como Lobo Antunes escreve o que observa e o que lhe vai lá dentro utilizando situações e personagens (às vezes ele próprio, em crónicas biográficas) tão banais, mas com pormenores deliciosos, humor, expressões fantásticas. O banal tornado único e encantador. O surreal do quotidiano descrito com mestria e graça, temperados às vezes com uma pitada de melancolia.”

Boas leituras! :)


O Poder das Escolhas, com Jóris Marengo

Wednesday, June 23rd, 2010

Mais uma vez a Unidade Chiado tem o prazer enorme de receber o Jojó, uma das figuras mais carismáticas do Método DeRose a nível mundial.

Além da palestra O Poder das Escolhas, também ocorreu o lançamento do livro de sua autoria, Yôga Antigo para Iniciantes.

Obrigada por uma noite tão bem passada e pelo conhecimento tão profundo que nos transmitiu.

Sugestão de leitura – Junho ‘10

Tuesday, June 15th, 2010

Este mês, a sugestão de leitura fica a cargo da Instr.ª Luísa Sargento.

O Tecido de Outono

O Tecido de Outono

O Tecido do Outono de António Alçada Baptista

Gosto de reler livros, simplesmente porque sim ou, talvez, para fazer um auto-estudo. Este livro que releio já o li há uns bons anos e achei interessante partilhá-lo convosco.
A vida e a obra de António Alçada Baptista estão profundamente ligadas aos valores da liberdade e à cultura dos afectos, algo em comum com a Nossa Cultura.
Nesta obra é abordada a vida de um homem na busca de certezas, de valores, crenças e até de incertezas. No dia-a-dia partilhado com as mulheres da sua vida, amigos e desconhecidos, aprende a conhecer o amor, a ternura, a delicadeza, a liberdade, a poesia do mundo e da vida, a alegria, a solidão, o respeito, o mistério da existência.
Deixo aqui um pouco daquilo que pode encontrar, apreciar e analisar/pensar. Boa leitura!

“Uma das dificuldades que sinto em ser súbdito de uma religião é porque me parece que o homem tem um programa específico para cumprir na terra. (…) Talvez por isso elas sejam todas muito tristes e eu tenho uma certa incapacidade de ver a tristeza como uma virtude. Compraz-me ter vivido na Terra com tudo aquilo que a natureza me deu, e o que vier depois é uma consequêncai da vida que fiz. (…)”

Sugestão Pedagógica de Leitura – Maio 2010

Saturday, May 22nd, 2010

  mahabharatabook

 

 

 

 

 MAHABHARATA

“(…) formidável epopéia de cem mil versos, oito vezes mais extensa que a Ilíada e a Odisseia reunidas (…) Uma das mais fascinantes narrativas que o homem escreveu de si próprio, o Mahabharata é matéria e memória de um tempo em que o heroísmo colectivo era não apenas celebração da transcendência, mas rito de auto-conhecimento: a vitória do guerreiro e sua derrota simbolizam marcos no áspero caminho em busca de si próprio ou da individualização, como define Jung, a mais necessária das experiências humanas. (…) heróis são os que ganham e perdem, importando apenas o gesto sempre renovado de rebeldia, este que faz do homem – estranho privilégio! – o único animal que questiona a sua condição.”

Mahabharata, recontado por William Buck, Cultrix

mahabharata-big

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eu sei que esta sugestão é difícil, mas é muito interessante para completar os nossos conhecimentos sobre a Cultura Hindu! Sabem aquele quadro sinóptico “O hinduísmo e as Escrituras”? Quem sabe onde está o Mahabharata nesse quadro? :) Pois bem, não interessa apenas estudar o quadro, mas conhecê-lo um pouco mais a fundo, e por isso sugiro conhecermos esta epopéia sem a qual não se pode pensar a Índia hindu.

Sabiam que os épicos eram originalmente cantados? Há uns anos, a Prof.ª Nina de Holanda ministrou um sádhana ”Shaktí-Shakta” todo ao som do Mahabharata cantado e foi uma experiência linda e inesquecível. Então, experimentem ler o livro em voz alta.

Boa aventura!

Sara Garcia
Directora Pedagógica

Mauro na newsletter da FYSIP

Wednesday, May 5th, 2010

O nosso instrutor assina o artigo deste mês da newsletter da FYSIP. Passem por lá e deixem os vossos comentários! :D

A IMPORTÂNCIA DA PARTILHA

Nestas primeiras linhas aproveito para agradecer a algumas das pessoas que contribuíram para a minha evolução nesta Cultura que aprimora o ser humano e cultiva o bem-estar. Em primeiro lugar à minha mãe, Piedade Silva (praticante do Método DeRose), que me deu a conhecer o SwáSthya. À Prof.ª Renata Sena, que me formou e é graças a ela que hoje exerço a melhor profissão do mundo. À minha Monitora, Prof.ª Fernanda Neis, por estar sempre presente e que prova que a distância é uma questão de óptica. À Carla Ferraz, instrutora do Método DeRose e Shaktí, um exemplo e uma inspiração para mim. E ao Mestre DeRose, por ter resgatado tão nobres conceitos e técnicas ancestrais, partilhando connosco há 50 anos aquilo que muitos optam por guardar só para si.

Compartilho com os leitores deste blogue, um dos conceitos, gestos e/ou acções que mais valorizo, a partilha.

Partilhar pode ser entendido como distribuir, dividir, repartir, ou até mesmo nesse acto de partilha, ter o significado de desdobrar-se. Quando passamos a outro aquilo que aprendemos, estamos a fazer com que esse ensinamento passe adiante. Que dure mais tempo. E quantas mais pessoas o fizerem, maior será o número de vezes pela qual esse conhecimento ou ideia se multiplicará.

Gostamos de dizer que o Método DeRose é a Nossa Cultura. Que é uma teia de conceitos e técnicas que visa, em última instância, ao auto-conhecimento. Seria próprio guardarmos algo tão valioso só para nós? Se não o partilhássemos com os nossos amigos, com a nossa família e com os milhões de pessoas deste mundo, será que esta pérola sobreviveria aos tempos? Provavelmente não, e a chave dessa expansão de conhecimento dá-se através da partilha. Da partilha de experiências, de sensações, de ideias, de conceitos, de formas de estar, de comportamentos, de conhecimento, de exemplos e de muitas, muitas mais formas.

O ser humano tem por hábito ensinar, é algo que faz parte do nosso património. Mesmo nas coisas mais simples, estamos constantemente a querer ensinar e nem nos apercebemos disso. Tomemos um exemplo do quotidiano: no trânsito todos dizemos que a pessoa está em sentido contrário ou que é proibido virar em determinado local; e lá estamos nós a ensinar, é-nos inato. Este é um dos motivos que torna a nossa profissão tão interessante, este desejo de passar a outras pessoas o que aprendemos, já que ao mesmo tempo que ensinamos estamos a aprender. Desta forma, deixamos noutro ser humano uma semente que tem todo um potencial para germinar, para crescer e se desenvolver dentro de cada um. Partilhar é, de certa maneira, o que nos faz estar juntos, o que nos leva a lutar pelo mesmo ideal, por sabermos que juntos somos mais fortes.

Espero que todos, instrutores e alunos, continuem a partilhar aquilo que sabem, seja por meio de um livro, de uma aula, de um curso de uma palavra. Mantenham viva esta nobre Filosofia, a sua tradição milenar, perpetuando-a para as gerações vindouras.

Conto com todos aqueles que sentem dentro do seu peito, tal como eu, essa chama sincera que precisa ser passada adiante.

Um forte abraço!

Instr. Mauro Bexiga

Director de Marketing da Unidade Chiado

Sugestão de leitura – Abril´10

Monday, April 26th, 2010

Há anos atrás, ainda pouco conhecedor do mundo literário, dei de caras com George Orwell (salvo seja). Não que agora saiba muito mais sobre esta arte, mas gosto muito de ler e de ser surpreendido. Às vezes dou comigo a ler 3 livros ao mesmo tempo, que já sei ser um hábito comum a muita gente. Saudável, portanto.
Voltando a Orwell, que tão pouco valorizado foi no seu tempo, posso dizer que despertou em mim algumas coisas, uma delas a necessidade de participarmos activamente na nossa sociedade para que ela não se torne excessivamente manipulada, para que cada um expresse livremente o seu pensamento, para que possamos, em conjunto, trabalhar como exemplos para as pessoas e mostrar que o nosso mundo, próprio ou global, pode ser um lugar de liberdade de expressão, de companheirismo e de sabedoria. De mãos dadas, caminharemos mais longe e em direcção ao bem-estar comum. E passada uma data tão importante para os portugueses, como é o 25 de Abril, a leitura de “mil novecentos e oitenta e quatro” não podia vir mais a propósito.
Posso dizer que a Orwell, devo alguma parte daquilo que tento hoje fazer em prol da humanidade. Espero que gostem tanto como eu. E que descubram o que de comum pode haver entre esta obra e a Nossa Cultura.
Boas leituras!

Fotografia 34_2

George Orwell – mil novecentos e oitenta e quatro

Mauro Bex

Sugestão pedagógica de leitura

Thursday, March 25th, 2010

chakras kundaliní DeRose

“Cada nadí tem um calibre diferente e, como tal, produz uma vibração distinta, assim como um diapasão de sopro sob constante passagem do ar. Isso é captado pelo ouvido interno e interpretado como som, um som diferente para cada nadí ou pétala dos chakras. Esse som é representado por uma letra do alfabeto dêvanágarí. Ele é denominado bíja mantra da pétala. A fusão de todos esses bíja mantras das pétalas de cada chakra resultam no som do chakra ou seu bíja mantra, isto é, o som-semente do respectivo chakra. Por meio da emissão desse som pelas cordas vocais, podemos estimular os chakras por ressonância. E eles respondem muito bem.”

DeRose, Chakras, Kundaliní e Poderes Paranormais.

 

Este é um livro pequeno e simples – apesar de imaginarmos o contrário só pelo título. Chakras e kundaliní é um tema muito popularizado, mas que na realidade nos interessa a todos, praticantes de yôga, pois é a base do nosso trabalho.

Não é um assunto muito fácil para um iniciante, mas está tão claramente apresentado neste livro que qualquer estudante de yôga entende.  É de facto muito interessante e afinal, tão simples! Para o aluno iniciante vai ser esclarecedor e para o aluno antigo vai fazer com que muita matéria e prática façam um “click!” na nossa mente! É fantástico!

Por isso, querido aluno, leia! Informe-se, aprenda :)

 anahata-chakra-copy1

Bom fim-de-semana!

Instr.ª Sara Garcia
Directora Pedagógica

Sugestão de leitura – Março´10

Friday, March 12th, 2010

rené char

DECLARAR O SEU NOME

Eu tinha dez anos. O rio Sorgue prendia-me. O sol cantava as horas no sábio mostrador das águas. A despreocupação e a dor tinham selado o galo de ferro ao tecto das casas e suportavam-se mutuamente. Mas que roda no coração da criança expectante girava mais depressa, com mais força, que a do moinho no seu incêndio branco?

René Char, “Acima do vento”, in A Palavra em arquipélago (1952-60)

Chegou a minha vez de sugerir um livro aos nossos amigos e leitores. E para contrabalançar as sugestões de prosa, este mês apresento-vos “Este fanático das nuvens” – uma antologia de poemas de René Char, das Edições Cotovia.

Só há pouco tempo tomei contacto com este poeta, mas foi fulminante. Ele escolhe as palavras de uma forma que eu nunca vi, não só em termos formais, mas simbólicos, gramaticais ou até mesmo sonoros e visuais! Abrindo um caminho directo ao nosso íntimo precioso. Eu fiquei encantada com esta descoberta, por isso partilho com vocês, espero que gostem!

Sara Garcia

A influência de quem nos rodeia

Saturday, March 6th, 2010

por Anahí Flores, no Livre Pensar do Yôga

SN856859«Somos influenciados pelo mundo ao nosso redor, por isso buscamos nos relacionar com aqueles que têm mais afinidade com a nossa forma de ver o mundo. Estas pessoas inevitavelmente estabelecerão elos conosco. Assim, os relacionamentos de trabalho, de amizade, amorosos, familiares, irão se interligando uns aos outros.

Um tecido enorme poderia ser desenhado e nele colocaríamos todas as pessoas que tem alguma ligação conosco e interferem na nossa vida modificando-la. Um grande emaranhado de idas e voltas. Parte do currículo de uma pessoa poderia consistir em enumerar as suas principais amizades, parceiros afetivos e ex-parceiros  (junto com o tempo que permaneceu com cada companhia).

Isso me faz recordar o famoso refrão “Diz-me com quem andas…”*

Ampliando esta idéia, o currículo poderia se estender a livros lidos e relidos, filmes assistidos, lugares mais freqüentados… absolutamente tudo nos modifica e deixa a sua marca.
Existe um termo proveniente do grego, que define exatamente a idéia do grupo e as suas influências: egrégora. Egrégora designa a soma de duas ou mais pessoas unidas para um mesmo fim. Eu e você podemos formar neste instante parte da egrégora deste pequeno texto. Se houver mais leitores da web lendo esta mesma página neste momento, mesmo que em outros lugares do planeta, estariam incluídos na nossa pequena egrégora.

Cada ser humano pertence a diversas egrégoras (de trabalho, de nacionalidade, de família, de religião ou da falta de religião etc.) que atuam simultaneamente na sua personalidade. É importante saber que egrégoras similares se repelem. Esse seria o caso de um ser humano que tem
por exemplo duas famílias, ou duas preferências políticas, ou duas equipes de futebol. Inevitavelmente, uma egrégora puxaria por uma direção e a outra exatamente pela oposta, reclamando do pobre indivíduo que por falta de conhecimento se aventurou em grupos incompatíveis. As
egrégoras opostas esquartejam e podem provocar diferentes níveis de transtornos naquele que se envolve com ambas.

A força de uma egrégora, que está constituída pela força de mais de uma pessoa, é maior do que a de um indivíduo. Por isso, é mais vantajoso fazer uma opção consciente do que deixar ao acaso.

* O ditado completo é: “Diz-me com quem andas e eu te direi quem és.”»

Tradução do espanhol: Rafaella Coelho

Somos influenciados pelo mundo ao nosso redor, por isso buscamos nos relacionar com aqueles que têm mais afinidade com a nossa forma de ver o mundo. Estas pessoas inevitavelmente estabelecerão elos conosco.

Assim, os relacionamentos de trabalho, de amizade, amorosos, familiares, irão se interligando uns aos outros. Um tecido enorme poderia ser desenhado e nele colocaríamos todas as pessoas que tem alguma ligação conosco e interferem na nossa vida modificando-la. Um grande emaranhado de idas e voltas. Parte do currículo de uma pessoa poderia consistir em enumerar as suas principais amizades, parceiros afetivos e ex-parceiros (junto com o tempo que permaneceu com cada companhia).

Isso me faz recordar o famoso refrão “Diz-me com quem andas…”*

Ampliando esta idéia, o currículo poderia se estender a livros lidos e relidos, filmes assistidos, lugares mais freqüentados… absolutamente tudo nos modifica e deixa a sua marca.
Existe um termo proveniente do grego, que define exatamente a idéia do grupo e as suas influências: egrégora. Egrégora designa a soma de duas ou mais pessoas unidas para um mesmo fim. Eu e você podemos formar neste instante parte da egrégora deste pequeno texto. Se houver mais leitores da web lendo esta mesma página neste momento, mesmo que em outros lugares do planeta, estariam incluídos na nossa pequena egrégora. Cada ser humano pertence a diversas egrégoras (de trabalho, de nacionalidade, de família, de religião ou da falta de religião etc.) que atuam simultaneamente na sua personalidade. É importante saber que egrégoras similares se repelem. Esse seria o caso de um ser humano que tem por exemplo duas famílias, ou duas preferências políticas, ou duas equipes de futebol. Inevitavelmente, uma egrégora puxaria por uma direção e a outra exatamente pela oposta, reclamando do pobre indivíduo que por falta de conhecimento se aventurou em grupos incompatíveis. As egrégoras opostas esquartejam e podem provocar diferentes níveis de transtornos naquele que se envolve com ambas.

A força de uma egrégora, que está constituída pela força de mais de uma pessoa, é maior do que a de um indivíduo. Por isso, é mais vantajoso fazer uma opção consciente do que deixar ao acaso.

* O ditado completo é: “Diz-me com quem andas e eu te direi quem és.”

Tradução: Rafaella Coelho